Informe ASEN

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Nota de esclarecimento
A REAL GRANDEZA NÃO TEM NADA A ESCONDER E ASSINA EMBAIXO
Tendo em vista os requerimentos 441/2009 e 229/2009, apresentados simultaneamente pelos deputados Sílvio Lopes , na Comissão de Minas e Energia, e Rômulo Gouveia , na Comissão de Fiscalização Financeira e Controle, da Câmara dos Deputados, ambos exatamente com o mesmo texto e teor – realizar audiência pública para esclarecer aspectos dos balanços da Real Grandeza - esclarecemos o seguinte: 
§         Os dois requerimentos foram retirados de pauta pelos próprios autores, na mesma semana em que o assunto foi divulgado pelo jornal O Globo.
§         A situação econômico-atuarial da REAL GRANDEZA – avaliada de forma independente pela Watson Wyatt – é  sólida e os balanços de 2007 e 2008, mencionados naqueles Requerimentos, sempre refletiram a verdade, tendo sido auditados pela BDO Trevisan e aprovados – por unanimidade – pelo Conselho Deliberativo.
§         Em 2008, o Plano de Benefício Definido apresentou um déficit técnico no exercício, de R$ 404 milhões, influenciado pela crise econômica ocorrida em 2008, apesar de a Fundação ter registrado no período rentabilidade de 2,4%, superior à média obtida pelo mercado, que foi de -1,6%. Trata-se, no entanto, de um resultado pontual, que não espelha a situação do Plano, que terminou o exercício com um superávit técnico acumulado de R$ 329,9 milhões, além de R$ 772,5 milhões alocados num Fundo Previdencial, constituído no balanço de 2006, totalizando R$ 1,1 bilhão. 
§         Importante observar que a situação econômica de um plano de benefícios é atestada pelo seu superávit acumulado e não por um resultado conjuntural. Além disso, com a recuperação dos mercados, no primeiro semestre de 2009 a REAL GRANDEZA já recuperou aquelas perdas.
§         Os balanços da REAL GRANDEZA nunca omitiram qualquer passivo. Tanto que os balanços de 2007 e de 2008 – exercícios mencionados nos requerimentos – registraram corretamente a existência de uma dívida que deveria ser paga pelos participantes e assistidos, mediante um reajuste da ordem de 60% em suas contribuições. Em ambos os exercícios, a referida dívida encontra-se registrada no Passivo, na conta “Provisões Matemáticas a Constituir”, com os valores que se seguem:
 
 
 
§         Essa dívida foi liquidada em maio de 2009 sem aumento de contribuições para participantes e assistidos. 
§         Quanto às contribuições excedentes, a REAL GRANDEZA já encaminhou a Furnas uma proposta de custeio que reduz as contribuições de todos e aguarda uma decisão da Patrocinadora.
§         Do resultado de R$ 1,1 bilhão acumulado em 2008, cerca de R$ 187 milhões foram derivados das contribuições excedentes. Para que essa situação seja alterada e o custeio adequado, é necessária, além da aprovação da proposta acima referida, uma nova mudança do regulamento, o que por sua vez também depende da decisão das patrocinadoras, do Departamento de Coordenação e Controle das Empresas Estatais – DEST e da Secretaria de Previdência Complementar – SPC.
A FRG permanece aberta para prestar todo e qualquer esclarecimento. Esta tem sido a prática da atual gestão. 
Para dirimir quaisquer dúvidas sobre o assunto, o diretor-presidente da REAL GRANDEZA, Sérgio Wilson Fontes, acompanhado pelo diretor de Seguridade, Roberto Panisset, responsável pela área, estarão nesta terça-feira, dia 1º de setembro, à disposição dos filiados no auditório da REAL GRANDEZA (Rua Mena Barreto, 143), entre 13h30 e 16 horas.
 
A DIRETORIA EXECUTIVA



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